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Olá a todos os visitantes do Misturebão. Trago a todos vocês uma novidade, neste ultimo mês venho me dedicando a montagem de um novo Blog,o Romantic Girls, apesar do nome voltado para as garotas, os meninos são muito bem vindos e como o próprio nome já diz, lá nós vamos falar um pouquinho de romance. Lá vocês vão encontrar, Poemas, Poesias,Frases,frases de Famosos, entre outras coisas. Conto com a visita de todos vocês. Obrigada desde já. Beijos a todos!

quarta-feira, 9 de março de 2011

CAMPEÃ DO CARNAVAL DE SÃO PAULO

A escola de samba Vai-Vai conquistou pela 14ª vez o título do carnaval de São Paulo. O resultado foi confirmado na tarde desta terça-feira (8) em apuração realizada no Sambódromo do Anhembi.
A agremiação do bairro do Bixiga terminou a apuração isolada na liderança com 269,50 pontos e sagrou-se tetra campeã do carnaval paulistano, à frente de Acadêmicos do Tucuruvi e Unidos de Vila Maria, ambas com 269.25 pontos. Em quarto lugar ficou a Mancha Verde, com 268,75 pontos, seguida pela Gaviões da Fiel, com 268,50.
Foram rebaixadas as escolas Nenê de Vila Matilde e Unidos do Peruche. Esta última começou a apuração com cinco pontos a menos como punição por ter estourado o tempo na avenida e desfilado com um carro alegórico a menos do que o mínimo exigido.
Ao todo, nove quesitos foram avaliados: enredo, evolução, alegoria, fantasia, bateria, samba-enredo, mestre-sala e porta-bandeira, harmonia e comissão de frente. Cada um deles recebeu nota de cinco jurados.
* Veja ao lado a tabela com as colocações de cada escola.

CARNAVAL DE SÃO PAULO - 2º DIA

NENÊ DE VILA MATILDE
Básico como o ingrendiente homenageado pelo enredo, mas bem temperado. Assim foi o desfile da Nenê de Vila Matilde em seu retorno ao Grupo Especial. Com o enredo, “Salis Sapientae – Uma História do Mundo!", a escola abriu o segundo dia de desfiles do carnaval de São Paulo com a história do sal. A escola fez um desfile tecnicamente correto e fechou a apresentação dentro do tempo regulamentar. A colocação de um destaque no topo do carro abre-alas atrasou em mais de 40 minutos a entrada da escola no sambódromo.
Apesar da simplicidade em parte das fantasias e alegorias, a comunidade da Zona Leste cumpriu a promessa de fazer um "carnaval de superação" no desfile que homenageou Alberto Alves da Silva, o Seu Nenê, fundador da escola, baluarte do samba paulistano, que morreu em outubro do ano passado, aos 89 anos, após complicações pulmonares.
A comissão de frente formada por integrantes de uma companhia de teatro usou efeitos especiais para lembrar a destruição de Sodoma e Gomorra. Deborah Xavier Caetano, rainha da corte do carnaval paulistano do ano passado, veio fantasiada de mulher de Ló que, segundo o relato bíblico, desumpriu ordens e, olhando para trás, se transformou em estátua de sal. Durante a apresentação, Deborah subia até um tripé e uma fumaça promovia a troca de posição com uma atriz que surgia toda de branco, representando a condenação divina imposta à mulher de Ló.
O fundador da escola, seu Nenê, foi homenageado no último carro, em uma alegoria gigante que acenava a mão para o público.
ULTIMO CARRO ALEGÓRICO DA ESCOLA,HOMENAGEANDO SEU NENÊ,FUNDADOR DA ESCOLA E QUE FALECEU NO ANO PASSADO
DEBORAH XAVIER CAETANO,RAINHA DA CORTE DO CARNAVAL 2010, FEZ PARTE DA COMISSÃO DE FRENTE
DEBORAH SE TRANSFORMAVA EM ESTÁTUA DE SAL DURANTE A EVOLUÇÃO DA COMISSÃO DE FRENTE
ATORAM ENSENAVAM NA AVENIDA UM DOS MOTIVOS QUE LEVOU A DESTRUÍÇÃO DAS CIDADES SODOMA E GOMORRA
ANGELA BISMARCHI ERA A MADRINHA DE BATERIA DA ESCOLA

ÁGUIA DE OURO
Segunda escola a passar pelo Anhembi no segundo dia de carnaval de São Paulo, ela contou a história do fogo com o enredo 'Com todo gás a Águia de Ouro é fogo'.A agremiação levou para o Anhembi cinco carros alegóricos, 24 alas e 3,5 mil componentes.
A primeira surpresa para o público foi apresentada já no abre-alas. Para transmitir o calor do fogo ao público, o carro tinha som e foi equipado com telões de LED de 46 polegadas. Instalados nas laterais, eles exibiram cenas de chamas e labaredas. No mesmo carro, uma equipe de especialistas operou um vulcão de 12 metros que lançou labaredas no sambódromo. A comissão de frente da Águia representou uma tribo primitiva e encena uma cerimônia de adoração ao fogo.
À frente do último carro da escola, um lagarto com cerca de 18 metros se transformava em pajé. No enredo da escola, a alegoria faz referência a um ser do imaginário que protege a floresta. Este carro também apresentou personagens do folclore brasileiro que protegem as matas. Além disso, a escola conta com mamutes de 10 metros e um tiranossauro rex de 12 metros.
A Águia também mostrou o fogo ligado a fatos históricos, como o grande incêndio que atingiu Roma durante o reinado do imperador Nero. O carro que fecha o terceiro setor da escola mostra Joana D’Arc sendo queimada e se transformando em santa.
PASSISTA DA ESCOLA
DESTAQUES DO CARRO ALEGÓRICO CHAMAVAM ATENÇÃO DO PÚBLICO EM CABINES COM CHUVEIRO E OS SEIOS DE FORA
COMISSÃO DE FRENTE


MOCIDADE ALEGRE
Terceira escola a desfilar, a Mocidade Alegre levou para o sambódromo um show de truques, magia e ilusões que animaram e intrigaram o a platéia no segundo dia do carnaval paulistano. Com 22 alas, a escola apresentou o enredo "Carrossel das Ilusões".
Os truques começavam já na comissão de frente, formada por componentes vestidos como o personagem Chapeleiro Maluco,do filme "Alice no País das Maravilhas". Letras móveis formavam a palavra "iluda-se".
A bateria da Mocidade, comandada pelo Mestre Sombra, inovou ao parar de tocar no meio da avenida três vezes durante o percurso, fazendo os 3,5 mil componentes da escola cantarem o refrão do samba-enredo junto com o público.
Um das atrações mais aguardadas do desfile, o quarto carro alegórico, que apresentaria um grande cinema 3D, teve problemas e não chegou a se apresentar.
COMISSÃO DE FRENTE INSPIRADA NO CHAPELEIRO MALUCO,DO FILME ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
ESSE CARRO ALEGÓRICO FOI TOTALMENTE DESTINADO À HISTÓRIA DE PETER PAN
O ILUSIONISTA ISSAO IMAMURA FOI DESTAQUE DO CARRO SOBRE MAGIA E ILUSIONISMO E FEZ UM NÚMERO EM QUE PARTE UMA MULHER AO MEIO
O ABRE-ALAS FEZ REFERENCIAS A UM PARQUE DE DIVERSÕES
MARÍLIA SILVA,DE APENAS 14 ANOS ERA A RAINHA DA BATERIA
BATERIA DA ESCOLA


UNIDOS DE VILA MARIA
A Vila Maria transformou o Sambódromo do Anhembi numa luxuosa sala de espetáculos. O universo das óperas, balés, montagens de teatro, bailes e festivais foi apresentado em belas fantasias e alegorias.
O enredo “Teatro Amazonas, Manaus em cena” apresentou a trajetória da casa de espetáculos de mais de 110 anos, ícone da cidade de Manaus, que foi construída por empresários europeus com o dinheiro da borracha.
A comissão de frente representou o dramaturgo francês Molière, abrindo as cortinas para o Teatro Amazonas, apresentado já no abre-alas.
A escola veio com 27 alas e cerca de 3.500 componentes.
VELHA GUARDA DA ESCOLA
CARRO ABRE-ALAS,CONTANDO A HISTÓRIA DO TEATRO AMAZONAS
SCHEILA CARVALHO,MADRINHA DE BATERIA DA ESCOLA
A MODELO E DANÇARINA PARAGUAIA, LARISSA RIQUELME,FOI UM DOS DESTAQUES DA ESCOLA


X-9 PAULISTANA
A X-9 Paulistana fez um desfile sem inovações e tecnicamente bem elaborado na homenagem ao humorista Renato Aragão. A apresentação foi repleta de referências aos programas de televisão e filmes protagonizados pelo humorista. A escola também exaltou o Ceará, estado natal do "eterno trapalhão".
A apresentação foi marcada pela presença dos amigos e da família do humorista. Renato, que foi destaque na quinta alegoria, mostrou ter ficado apreensivo com a estabilidade da plataforma onde estava e com instabilidade da escultura colocada no mesmo local.
Muitos amigos, companheiros e familiares de Renato Aragão participaram do desfile. Ainda na concentração, a mulher de Renato Aragão, Lílian, demonstrava preocupação com o fato de Renato Aragão, o Didi, estar no alto de um dos carros da X-9 Paulistana. Apesar disso, Lílian mostrava otimismo em relação à agremiação que homenageia o marido com seu enredo. “É X-9 na cabeça. Vou voltar aqui no sábado.”

Antes do desfile, Renato disse que desfilaria com “o coração no pé”. “É muita emoção”, contou. Ele brincou ainda dizendo que durante o desfile não sabe “mais se é o Didi ou Renato Aragão”. E emendou: “Prefiro ser o Didi, que é mais novo.”

O CANTOR ROBERTO LEAL (à direita) E DEDÉ SANTANA FORAM UM DOS DESTAQUES NO CARRO QUE TRATAVA A SÉTIMA ARTE

O SEGUNDO CARRO DA ESCOLA,TROUXE PARA A AVENIDA UM CARROSEL E UMA RODA GIGANTE COM 14 METROS DE ALTURA
NO ULTIMO CARRO DA ESCOLA,CRIANÇAS TAMBÉM ERAM OS GRANDES DESTAQUES
DIDI PARTICIPOU DO DESFILE NO ULTIMO CARRO
COMISSÃO DE FRENTE

GAVIÕES DA FIEL

Com o enredo “Do mar das pérolas e das areias do deserto à cidade do futuro.

Dubai, o sonho do Rei Maktoum”, a Gaviões da Fiel trouxe para a avenida as maravilhas naturais, relações comerciais e os mitos que rondam a cidade de Dubai.
Dançarinas de dança do ventre, beduínos e outros povos do deserto, personagens da fundação de Dubai, também apareceram nas alas da Fiel. A ala das baianas representou o petróleo, um das principais fontes de renda do emirado que tem a sexta maior reserva do mundo.
O Dubailand, o mais novo parque de diversões de Dubai, ainda em construção, foi representado no carro Portal do Futuro. Além disso, as ilhas artificiais onde celebridades de Hollywood e empresários do petróleo passam suas férias também estiveram presentes no desfile.
A Gaviões levou para avenida este ano 27 alas, cinco carros alegóricos e 3.800 componentes.
A RAINHA DA BATERIA DA ESCOLA ESTAVA COM UMA FANTASIA INUSITADA,AO INVÉS DE ROUPA,ELA ESTAVA COM O CORPO TODO PINTADA
O GAVIÃO,SÍMBOLO DA ESCOLA,NO CARRO ABRE-ALAS
MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
COMISSÃO DE FRENTE

IMPÉRIO DE CASA VERDE
A pouco original mas certeira dobradinha cerveja e carnaval encerrou os desfiles das escolas de São Paulo. A Império de Casa Verde levou para o Anhembi o enredo “Samba sabor cerveja, admirada há milênios. A nova sensação nacional!”. Quando a escola entrou na avenida, às 6h28, já estava claro. A agremiação encerrou o desfile às 7h32.
A comissão de frente, batizada de “Porre dos Deuses”, representou os deuses do Egito.
Com uma estátua de um gigante escorpião rei, o abre-alas falou da invenção da cerveja e trouxe elementos da cultura egípcia em meio a imagens de tigres - simbolo da escola. Os componentes subiam e desciam do carro ao longo do desfile. A escola veio com 3.500 componentes, distribuídos em 24 alas.
COMISSÃO DE FRENTE,BATIZADA DE 'O PORRE DOS DEUSES'
A DANÇARINA GRACYANE BARBOSA ERA A RAINHA DE BATERIA DA ESCOLA
O CARRO ABRE-ALAS MOSTROU A INVENÇÃO DA CERVEJA PELO EGIPCIOS
UMA ALEGORIA TRATOU SOBRE OS CERVEJEIROS ALEMÃES QUE INTRODUZIRAM O HÁBITO ENTRE OS BRASILEIROS E POPULARIZARAM A CERVEJA

CARNAVAL DE SÃO PAULO - 1º DIA

UNIDOS DO PERUCHE
Vice-campeã do Grupo de Acesso em 2010, a escola já faturou três títulos (1965, 1966 e 1967). Neste ano, defendeu o enredo “Abram-se as cortinas! O espetáculo vai começar. 100 anos de Theatro Municipal de São Paulo. A Peruche vai contar”.
Sem os imprevistos da chuva, a Unidos do Peruche tentou fazer um desfile tradicional em busca da permanência entre as escolas da elite, mas precisou se esforçar para driblar problemas mecânicos no abre-alas e no terceiro carro. Integrantes de apoio da escola Unidos do Peruche fizeram uma força-tarefa para empurrar o carro abre-alas da agremiação, que apresentou problemas antes mesmo de entrar na avenida. Segundo um dos diretores de ala, ocorreu um defeito na roda, que foi parcialmente resolvido. Por causa da dificuldade na movimentação da terceira alegoria também teve problema em uma das rodas , a agremiação optou por não colocar todos os carros na avenida.Ao menos duas alas precisaram alterar a ordem de entrada para minimizar os “buracos” na avenida. A quarta alegoria, que representaria o balé Quebra Nozes, permaneceu na concentração.
O abre-alas mostra a inauguração do Teatro Municipal, 138 componentes relembram o evento que ocasionou um dos primeiros congestionamentos de São Paulo. A alegoria também contou com uma platéia desenvolvendo os mais variados tipos de arte que passaram pelo local ao longo de seus 100 anos: óperas, danças, música, teatro etc.
Além de não conseguir cumprir o número mínimo de carros, suas notas ainda serão prejudicadas pelo tempo: ela terminou o desfile com atraso. Precisou de 68 minutos para tirar todos os integrantes da passarela no Anhembi,onde o tempo máximo é de 65 minutos.
PRIMEIRO CASAL DE MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
CARRO ALEGÓRICO QUE APRESENTA OS TRAJES ANTIGOS
CARRO ABRE-ALAS MOSTRA A INAUGURAÇÃO DO TEATRO MUNICIPAL
BAILARINAS INTERPRETAVAM NA AVENIDA O LAGO DO CISNE
CAROLINE BITTENCOURT ERA A RAINHA DE BATERIA DA ESCOLA

TOM MAIOR
Com o enredo "Salve Salve São Bernardo, pedaço do meu Brasil - Terra Mãe dos Paulistas", a agremiação contou a história da cidade de São Bernardo do Campo, berço do sindicalismo e da indústria automobilística. E conseguiu fazer um belo desfile.Na homenagem feita pela Tom Maior à cidade de São Bernardo do Campo, localizada na região do ABC paulista, a maior ausência foi a do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O morador ilustre foi convidado para participar como destaque, mas decidiu não ir para a avenida.
O carnavalesco Chico Spinosa procurou mostrar São Bernardo como um recanto natural e chamar a atenção para a importância da preservação dos mananciais.O desfile contou com cinco carros alegóricos e 3.100 componentes em suas 23 alas.
A cidade como pólo da indústria automobilística veio apresentada no último carro da escola, que trouxe como destaques o prefeito de São Bernardo, Luis Marinho, e o cantor e vice-prefeito, Frank Aguiar.
Em 2010, a Tom Maior ficou em 12º lugar. Em 2011, a escola já pode sonhar com uma colocação bem acima.
UM DOS CARROS ALEGÓRICOS DA ESCOLA
ANDRÉIA ALVES,RAINHA DA BATERIA,VESTIDA COMO UMA JAGUATIRICA
CARRO ALEGÓRICO EM HOMENAGEM A REPRESA BILLINGS
ALA DOS COLONIZADORES,ÍNDIOS E CATEQUIZADORES QUE SUBIRAM A SERRA DO MAR
ADRIANA BOMBOM VEIO COMO MADRINHA DA BATERIA E ESTAVA VESTIDA DE IGUANA


ACADÊMICOS DO TUCURUVI
Com o enredo "Oxente, o que seria da gente sem essa gente? São Paulo – capital do Nordeste”, a Acadêmicos do Tucuruvi, prestou homenagem aos milhares de nordestinos que vivem em São Paulo.
Aspectos da cultura nordestina, como o artesanato, as danças típicas, as festas populares e a culinária foram retratados no enredo do carnavalesco Wagner dos Santos, que levou 23 alas, cinco carros alegóricos e cerca de 3 mil componentes ao sambródomo. Com os componentes caracterizados como bonecos de barro, a comissão de frente da Acadêmicos do Tucuruvi prestou homenagem à arte do Mestre Vitalino. O carro batizado como “Danado de Bom” levou à Avenida um Luiz Gonzaga com cerca de 7 metros de altura.
Após um desfile que correu bem, sem grandes problemas, o presidente da Acadêmicos do Tucuruvi, Hussein Abdo El Selam, conhecido como Jamil, disse que a polêmica sobre o tema do enredo da escola acabou. “A polêmica acabou, não pode haver preconceito no Brasil, somos todos brasileiros, nordestinos e paulistas”, disse Jamil. O presidente também se mostrou satisfeito com o desfile da Tucuruvi, após ter perdido pontos em evolução no ano passado. “A escola veio sem erros, sem correria.”

SHEILA MELLO,COMO MADRINHA DA BATERIA
COMISSÃO DE FRENTE
MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
CARRO ABRE-ALAS

ROSAS DE OURO
Os torcedores que desejam ver a Rosas de Ouro bicampeã do carnaval paulistano encontraram motivos para esperança. Com a experiência de quem está entre as grandes do carnaval paulistano, a agremiação apresentou fantasias bem acabadas, alegorias coloridas e um enredo com potencial para cativar o público: 'Abre-te Sésamo, a senha da sorte'.
A agremiação levou para o Anhembi cinco carros alegóricos, 3.500 componentes e 25 alas.
A Rosas, sob responsabilidade do carnavelesco Jorge Freitas, abre seu desfile com Ali Babá, personagem de um conto árabe que de pobre lenhador se torna rico após falar a senha “Abre-te Sésamo” na caverna onde um grupo de 40 ladrões escondia seus tesouros. A escola também traz para o Anhembi alas e setores que abordam os persas, ciganos que lêem as mãos e as carta, além de símbolos que sempre estão associados com a sorte, como trevos, figas e ferraduras.
ALA DAS BAIANAS
O TERCEIRO CARRO DA ESCOLA VEIO DISTRIBUINDO BISCOITOS DA SORTE PARA O PÚBLICO
CARRO ABRE-ALAS
ESCOLA PASSANDO PELA AVENIDA
ELLEN ROCHE FOI A RAINHA DA BATERIA
COMISSÃO DE FRENTE,INSPIRADA EM ALI BABÁ

MANCHA VERDE
Com o enredo "Uma ideia de gênio", a escola contou a história de inventores, artistas e cientistas que mudaram a humanidade. Os gênios da humanidade vieram representados já na comissão de frente com integrantes fantasiados de personalidades como Albert Einstein, Santos Dumont, Heitor Villa-Lobos, Beethoven e Shakespeare.
O primeiro setor trouxe Deus como o grande gênio da criação do universo. No abre-alas, a representação da criação do homem através do barro e elementos da fauna e flora.
O segundo carro trouxe as criações e invenções de Leonardo da Vinci. Das máquinas voadoras à gravura do homem vitruviano, ícone cultural.Na sequência, as alas falaram de outras invenções da humanidade, como a eletricidade e o telefone.
A ala das baianas homenageou Galileu Galilei, que comprovou que a Terra gira em torno do sol.Em outro carro, a escola trouxe como alegoria o submarino idealizado pelo escritor francês Júlio Verne na obra “20 mil Léguas Submarinas”, publicada em 1870.
A escola veio com 3.800 componentes, distribuídos em 25 alas e cinco carros alegóricos.
VIVIANE ARAÚJO,RAINHA DA BATERIA
O SEGUNDO CARRO TROUXE AS CRIAÇÕES E INVENÇÕES DE LEONARDO DAVINCI
COMISSÃO DE FRENTE
CARRO COM AS INVENÇÕES DA HUMANIDADE,COMO O TELEFONE E A ELETRICIDADE
ABRE-ALAS

VAI-VAI
A escola uniu o popular ao erudito ao homenagear o maestro brasileiro João Carlos Martins. Com o enredo "A Música Venceu!", a escola do Bixiga levou à avenida a história de superação do ex-pianista, que virou maestro após perder o movimento das mãos.
Emocionado na concentração do Anhembi, o homenageado disse que não estava nervoso, mas que é mais tranquilo estar no Carnegie Hall, em Nova York, do que no Sambódromo paulistano. O maestro desfilou a pé, "regendo" a bateria da Vai-Vai.
Hoje com 71 anos, o pianista se tornou maestro após uma série de problemas nas mãos. Ele perdeu parte dos movimentos depois de sofrer uma lesão em um nervo da mão direita. O músico chegou a recuperar parte dos movimentos com tratamento intensivo, mas na década de 90 foi golpeado na cabeça, vítima de um assalto, e perdeu novamente o movimento das mãos. No século 21, João Carlos Martins dedicou seus conhecimentos à regência e aos projetos sociais que visam à inclusão de jovens carentes por meio da música.
A comissão de frente da Vai-Vai trouxe uma síntese da vida do maestro. Entre os 16 componentes estavam personagens da música, política, momentos da vida, mulheres e o futebol, uma das paixões do maestro, que torce para a Portuguesa. Dois componentes com pernas-de-pau representaram pinturas de Salvador Dalí. O pintor espanhol teria dito ao maestro que ele era o maior intérprete do compositor Johann Sebastian Bach, após assistir a uma de suas apresentações no Carnegie Hall, em Nova York.
Com mais de 70 metros, o carro abre-alas - na verdade três alegorias acopladas - sofreu uma pequena avaria na lateral durante a entrada no Sambódromo.
O MAESTRO JOÃO CARLOS MARTINS,HOMENAGEADO PELA ESCOLA
CARRO ALEGÓRICO QUE TRAZIA O MAESTRO
CARRO ABRE-ALAS
CAMILA SILVA,RAINHA DA BATERIA
A APRESENTADORA ANA HICKMAN,MADRINHA DA ESCOLA

PÉROLA NEGRA
A Pérola Negra se preparou com esmero para apresentar um carnaval inspirado nas principais passagens do Velho Testamento. A escola defendeu o enredo “Abraão, o patriarca da fé”.
A apresentação sem sustos e com integrantes animados compensou as dificuldades recentemente enfrentadas pela agremiação. A escola precisou redobrar os esforços durante a semana para superar os estragos provocados pelo temporal de domingo (27). Parte de algumas alegorias ficaram destruídas por causa da enchente que atingiu o barracão.
Na comissão de frente, os componentes representaram Abraão e sua família. O figurino usado pelos 15 integrantes é semelhante ao que era usado na época de Abraão, feito de algodão cru e em tons pastel.
O primeiro setor do desfile da Pérola abordou a conversa entre Abraão e Deus. O carro alegórico que fecha o setor faz referência a Canaã, a cidade prometida. O carro foi equipado com chafarizes. A primeira ala é composta por cerca de 70 judeus.
O enredo passa ainda pela destruição das cidades de Sodoma e Gomorra e pela passagem do Velho Testamento em que Abraão tenta sacrificar seu filho. A escola levou ao Sambódromo cinco carros alegóricos, 23 alas e 3 mil componentes.
ATRIZ NANDA LISBOA FOI A MADRINHA DA BATERIA
PRIMEIRO CASAL DE MESTRE-SALA E PORTA-BANDEIRA
MENINA INTERPRETANDO O ANJO DE CANAÃ,A TERRA PROMETIDA
CARRO ALEGÓRICO QUE TEVE COMO TEMA AS CIDADES DE SODOMA E GOMORRA
CARRO ALEGÓRICO FAZENDO REFERENCIA AO ISLAMISMO,JUDAÍSMO E CRISTIANISMO
A PRIMEIRA ALA DA ESCOLA ERA COMPOSTA POR 70 JUDEUS,JÁ QUE ABRAÃO ERA CONSIDERADO O PATRIARCA DO JUDAISMO